O fornecedor mandou a nova tabela há três semanas. Subiu 8% numa família de artigos, 12% noutra, e no meio disso há meia dúzia de referências que ficaram muito acima do que estavam. Você reencaminhou o email para quem trata das compras, disse "temos de rever os preços de venda" e passou à frente, porque tinha um cliente à espera. Desde então, todos os dias saem encomendas dessas referências à tabela antiga. E a pergunta que fica a incomodar é simples: quais destes artigos já estou a vender abaixo do que me custam a comprar?
De cabeça, ninguém responde. Nem o dono, nem o comercial, nem quem faz as compras. A informação existe — o custo atualizado está no ERP, o preço de venda está no ERP, as vendas dos últimos dias estão no ERP — mas está em três sítios diferentes e ninguém tem tempo de a cruzar. Então vende-se no escuro até alguém, um dia, reparar por acaso que aquela venda deu prejuízo.

Porque é que este buraco passa despercebido
Uma subida de preços do fornecedor raramente é redonda. Não sobe tudo na mesma percentagem, não entra tudo no mesmo dia, e as tabelas de venda não estão indexadas ao custo — foram fixadas há meses, às vezes há anos, muitas vezes com um valor "certo" que já ninguém questiona. O resultado é que a margem some silenciosamente. Não há alarme, não há email a avisar. O artigo continua a sair, o cliente continua contente, a fatura até parece normal. Só que a diferença entre o que entra e o que custou passou a ser negativa.
O problema agrava-se onde menos se olha: nas referências de baixa rotação e valor pequeno. Ninguém revê a mão o preço de um consumível de 4 euros. Mas se esse consumível subiu para 4,60 no fornecedor e continua a sair a 4,20, cada venda é uma perda — e se saem cinquenta por semana, a conta ao fim do trimestre já não é pequena. São exatamente estes artigos que ninguém tem paciência para verificar um a um.
A pergunta que interessa, feita ao negócio
A Nemea existe para fechar essa distância entre a pergunta e a resposta. Liga-se à base de dados do seu ERP — PHC, Sage, Primavera, Artsoft e outros — e responde em português, no WhatsApp, com os números reais da sua empresa. Sem abrir o sistema, sem pedir um relatório, sem esperar por ninguém.
Na prática, escreve no WhatsApp como escreveria a um colega:
"Que artigos vendi este mês abaixo do custo atual?"
E recebe a lista: a referência, o custo de compra em vigor, o preço médio a que a vendeu, a diferença por unidade e as unidades vendidas. Se quiser afinar, pergunta a seguir:
"E só os que subiram de preço desde agosto?"
A resposta cruza a data da última alteração de custo com as vendas posteriores — que é precisamente o cálculo que ninguém faz de cabeça. Deixa de andar a adivinhar quais foram os artigos afetados pela subida e passa a ter a lista fechada, em segundos, pelo telemóvel.

Onde isto muda decisões, por função
Para o dono, é a diferença entre descobrir o prejuízo no fecho do trimestre e travá-lo na segunda-feira de manhã. Uma pergunta antes do café, uma lista de dez referências para rever, e a hemorragia para.
Para o comercial, é poder confirmar antes de fechar uma proposta: "qual é a margem deste artigo ao preço que estou a dar?" — em vez de descontar por hábito sobre um preço que já estava abaixo do custo. Uma coisa é dar 5% de desconto a um bom cliente; outra é dá-lo por cima de uma margem que já era negativa e ninguém avisou.
Para quem faz as compras, é ver de imediato o impacto real da nova tabela do fornecedor nas vendas — não em teoria, mas nos artigos que estão mesmo a sair prejuízo — e priorizar por aí a revisão de preços.

"E se ela inventar um número?"
É a objeção certa a fazer — e a razão pela qual a Nemea foi construída ao contrário da moda. As respostas são tiradas dos seus dados por consultas só de leitura, nunca de um palpite. A Nemea não escreve nada na sua base de dados e não altera nada. Cada resposta é fundamentada nos números reais e fica registada, auditável. E, o mais importante: se não souber, diz que não sabe. Não preenche o vazio com um valor bonito. Prefere um "não tenho esse dado" honesto a um número inventado que o levaria a decidir mal — porque numa conta de margem, um número errado é pior do que nenhum.
Não há aplicação nova para aprender nem formação para dar à equipa. É o WhatsApp que já todos usam. E com a camada semântica do PHC (e dos outros ERP) pré-construída, o arranque mede-se em horas, não em semanas.
O próximo artigo que vender pode dar prejuízo
E você não vai saber — a menos que pergunte. A subida do fornecedor já aconteceu; a única questão é quantas vendas passam até a sua tabela apanhar o comboio. Pergunte ao seu negócio quais são os artigos afetados e trate deles esta semana.
Peça uma demonstração em nemea.pt e veja a pergunta a ser respondida com os seus próprios dados.
